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  • Fitoterápico para Cálculo Renal - 100 ml

Fitoterápico para Cálculo Renal - 100 ml

  • Modelo: 59
  • Situação: Disponivel
  • R$ 44,00

1.Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado. 

2.Imagens meramente ilustrativas. 

3.Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem utilizar o produto. 

4.Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o fitoterapeuta. 

5.Não use o produto com o prazo de validade vencido. 

6.Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o produto se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem. 

7.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 

8.Este produto não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação de um fitoterapeuta. 

9.Embora não existam contra-indicações relativas a faixas etárias, recomendamos a utilização do produto para pacientes de idade adulta. 

10.Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação do fitoterapeuta. 

11.O uso do produto durante o período de amamentação também não é recomendado. 

12."SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O TERAPEUTA DEVERÁ SER CONSULTADO".

AVISO IMPORTANTE!

Por se tratar de Produtos Naturais os resultados podem variar de indivíduo para indivíduo, sendo gradativo para uns e mais rápido para outros. Portanto, o terapeuta Ivandélio Sanctus não aconselha que interrompa nenhum outro tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Procure sempre uma orientação de profissionais qualificados!


Indicações: amenorreia, arteriosclerose, bexiga, blenorragia, cálculo renal, cancro, catarro da cistite, contração, corrimentos gonocócicos, distúrbio menstrual, doenças venéreas, dor nas costas, dor reumática, dores e dificuldade de urinar, gonorreia, hérnia, hidropsia, inchaço, inflamação, inflamações da uretra, leucorreia, mucosidade da bexiga, nefrite, rins, tornozelo inchado, uretrite, úlcera, vias urinárias. 


Parte utilizada: rizoma, folhas, casca e hastes. 


Contra-indicações/cuidados: durante a gravidez e lactação, só com

orientação médica. 




COMPOSIÇÃO:


Costus spicatus (Jacq.) S.w. - CANA-DE-MACACO

 

Nome científico: Costus spicatus (Jacq.) S.w.

 

Família: Zingiberaceae.

 

Sinônimos botânicos: Alpinia spicata Jacq., Amomum petiolatum Lam., Costus conicus Stokes, Costus cylindricus Jacq., Costus micranthus Gagnep., Costus quartus Roem. & Schult.

 

Outros nomes populares: canarana, cana-do-brejo, cana-do-mato, cana-roxa, jacuacanga, paco-caatinga, periná, ubacaiá, cana-roxa-do-brejo, flor-da-paixão, indianhead ginger (inglês), costos (espanhol), coste e amome velu pétiolé (francês).

 

Constituintes químicos: ácido oxálico, ácidos orgânicos, matérias aromáticas, magnésio, mucilagens, pectina, óleo essencial, resinas, sapogeninas, saponinas, sisterol, substâncias albuminoides, taninos.

 

Propriedades medicinais: adstringente, antileucorreica, antimicrobiana, anti-inflamatório, anti-sifilítica, antilítica, depurativo, diurético, diaforético, emenagoga, emoliente, febrífugo, sudorífera, tônico.

 

 

Cavalinha (Equisetum arvense)

 

Nomenclatura botânica oficial: Equisetum arvense L.

Nomenclatura popular: Cavalinha

Família: Equisetaceae

Parte da planta utilizada: Talos

Resumo: Para que serve a cavalinha, usos como planta medicinal, indicações, benefícios e contraindicações da cavalinha.

 

Descrição

 

A cavalinha é um gênero de plantas com várias espécies, sendo a mais documentada a espécie Equisetum arvense, de origem européia e simplesmente chamada de cavalinha comum. Nesse artigo estamos falando da espécie Equisetum arvense embora muitas características, principalmente seu uso terapêutico, é similar às outras espécies.

 

A cavalinha apresenta dois tipos de talos. No início da primavera começam a surgir os talos férteis, que atingem em torno de 10 a 25 cm de altura e possuem cor acinzentada e morrem no verão, dando lugar aos talos estéreis, que possuem cor verde e são mais altos, podendo atingir até 90 cm de altura. Os talos estéreis morrem no início do inverno. A foto abaixo mostra a cavalinha com os seus talos estéreis.

 

Cavalinha da espécie Equisetum Arvense

Indicações, Usos e Benefícios

 

A cavalinha é rica em silício, cálcio e potássio. Seu uso mais comum é como diurético. Também é utilizada para estimular a cicatrização, como anti-inflamatório e para reduzir hemorragias. Também é utilizada em clínicas de estética, especialmente no tratamento de estrias e celulite.

 

O chá de cavalinha tem efeito diurético. Por indicação popular, o chá de cavalinha também é recomendado para anemia e acne.

 

A cavalinha também é comumente utilizada para tratamentos estéticos, principalmente para amenizar os efeitos da celulite. Nesse caso, banhos de imersão ou cataplasmas aplicados na área do corpo com celulite.

 

Cuidados e Contraindicações

 

O uso da cavalinha é contraindicado durante a gestação e lactação.

 

Pode se tornar uma planta invasiva prejudicando outras espécies de plantas do local. É resistente a muitos herbicidas e o seu controle é difícil.

 

A cavalinha é tóxica para o gado e deve ser eliminada dos locais de pastagem na criação extensiva. Os sintomas apresentados pelos animais que podem indicar intoxicação por ingestão da cavalinha são perda de peso, perda do controle muscular e andar cambaleante. Dependendo da quantidade ingerida, pode levar o animal à morte por emagrecimento.

 

 

Quebra-pedra

(Phyllanthus niruri)

 

Por: Rose Aielo Blanco*O gênero Phyllanthus é composto por várias espécies, muitas das quais apresentando propriedades similares e sendo conhecidas pelos mesmos nomes populares. Essa erva apresenta uma extrema capacidade de adaptação, podendo suportar locais muito adversos, na maioria das vezes com baixo nível de umidade e nutrientes.

 

É comum se alastrarem nas rachaduras e frestas dos muros e calçadas: quem observa pode pensar, que foram elas que provocaram as rachaduras para poder brotar. É justamente por essa característica e também por ser eficaz na eliminação de cálculos renais que surgiu o nome popular "quebra-pedra" (em espanhol, é conhecida como "chanca piedra").

 

A medicina popular brasileira utiliza amplamente esta planta, não só no tratamento de problemas relacionados ao aparelho urinário, mas também como auxiliar no combate a problemas estomacais.

 

O nome Phyllanthus vem do grego phyllon (folha) e anthos (flor), em referência às flores produzidas em ramos que se assemelham a folhas compostas. A maior parte do gênero é de origem paleotropical, com cerca de 200 espécies distribuídas pelas Américas, principalmente Brasil e Caribe. Cerca de onze espécies atingem latitudes temperadas, mas não são encontradas na Europa e na costa pacífica do continente americano. No Brasil, as espécies mais conhecidas e chamadas popularmente de quebra-pedra, arrebenta-pedra ou erva-pombinha são as Phyllanthus niruri L.,Phyllanthus amarus Schum. & Thonn e Phyllanthus tenellus Roxb. Müll. Arg., reconhecidas popularmente por suas propriedades diuréticas, sendo utilizadas na eliminação de cálculos renais. Recentes pesquisas descobriram em várias espécies do gênero uma atividade anti-viral, com possíveis aplicações no tratamento da Hepatite-B e câncer.

 

A espécie mais facilmente encontrada no Brasil - e também a mais utilizada - é a Phyllanthus niruri. O uso praticamente se restringe à medicina popular, uma vez que quase não são vistas espécies deste gênero utilizadas como ornamentais.

 

Ela não quebra...

 

Ao contrário do que o nome popular diz, o chá de quebra-pedra não funciona exatamente quebrando as pedras nos rins. Na verdade o Phyllantus niruri evita que os cálculos se formem e relaxa o sistema urinário, o que ajuda a expeli-los. Pelo menos é isso que foi comprovado no estudo realizado pela química Ana Maria Freitas, do departamento de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A pesquisa constatou que o chá de quebra-pedra reduz a adesão de cristais de oxalato de cálcio às paredes do túbulo renal. Durante dois anos o Phyllantus niruri foi ministrado a 58 ratos na forma de pó, para que os componentes não fossem alterados. Pequenas pedras de oxalato de cálcio foram implantadas na bexiga das cobaias, divididas em dois grupos. Um deles tomou a substância diariamente, enquanto o outro ingeria apenas água. Após 42 dias os animais que não tomavam o medicamento formaram uma média de 12 pedras, com cerca de 0,18 g cada. Os demais apresentaram apenas três cálculos, de aproximadamente 0,02 g.

 

A análise das pedras indicou que o chá impede a aderência de macromoléculas aos cristais de oxalato de cálcio porque reverte sua polaridade. "Os cristais se prendem à parede celular porque há uma atração elétrica entre ambos", a química esclarece. "Os cristais têm carga positiva, e a parede celular, negativa. O Phyllantus niruri parece mudar a polaridade da carga dos cristais, e inibir assim sua adesão ao túbulo renal". O chá também relaxa o sistema urinário, o que facilita a expulsão dos cálculos.

 

A planta como ela é...

 

A quebra-pedra (Phyllantus niruri) é uma herbácea pequena, com caule de cerca de 50 cm de altura e muito fino, ramoso e ereto. Produz folhas miúdas e ovais. As flores são minúsculas, verde-amareladas, solitárias e dispostas na parte inferior dos ramos. Já os frutos são verde e bem pequenos. O chá preparado com a planta tem sabor amargo.

 

Por se tratar de uma planta rústica, seu cultivo é muito fácil. Ela se dá melhor em locais à meia-sombra, sem muita luz solar direta. Não é muito exigente quanto ao tipo de solo, mas é recomendável que este tenda mais para o arenoso do que para o argiloso. A planta responde bem à adubação orgânica e não suporta solo encharcado, por isso, no cultivo em vasos ou jardineiras é preciso ter muito cuidado com o excesso de água.

 

Sensacional esta plantinha rústica, não é mesmo? Mas, lamentavelmente, há um registro sobre a quebra-pedra que não nos permite comemorar: usada pelos nossos índios para tratar problemas hepáticos e renais, ela foi patenteada por uma empresa americana para a fabricação de medicamento para hepatite B.

 

Rose Aielo Blanco é jornalista e editora do www.jardimdeflores.com.br

 

Persea major - Massaranduba

Nomes populares

 

Massaranduba, abacate-do-mato, abacate-bravo, canela-rosa, canela-sants.

 

Descrição

 

Árvores até 25m. Gemas apicais tomentosas. Râmulos delgados, castanho-estrigosos. Folhas alternas a subopostas; lâmina 5,0 – 17,5 x 3,0 – 8,0 cm, cartácea a coriácea, elíptica, oblongo-elíptica a obovada; ápice agudo, obtuso a arredondado; base arredondada, truncada, ou cordada; face adaxial glabrescente, ou glabra, nítida, nervuras central e laterais impressas, reticulação densa, saliente; face abaxial com tricomas longos, finos, ascendentes a eretos, esparsos, nervura central saliente, nervuras laterais 6 – 11 pares salientes, tanto a nervura central quanto as nervuras laterais escuras na base e mais claras na margem. Pecíolo 1,5 – 4,0 cm longo, tomentoso a esparso-curto-tomentoso ou glabrescente. Inflorescências axilares, paniculadas, mais curtas que as folhas; pedúnculo 4,0 – 11,0 cm, esparso-ferrugíneo-tomentoso. Flores bissexuadas, (5-) 7 – 8 mm de comp.; tépalas externas 1,8 – 2,7 mm de comp., 1,6 – 2,2 mm de largura, lanosas externamente, glabras internamente, tépalas internas (4,5-) 5,5 – 7,5 mm de comp., 2 – 2,5 mm de largura, oblongo-elípticas, lanosas em ambas as faces; estames ca. 4,5 mm de comp., anteras ca. 1 mm de comp., filetes ca. 3,5 mm, filetes dos verticilos I e II lanosos, anteras oblongas a oblongo-ovadas, 4-esporangiadas; filetes do verticilo III lanosos, biglandulosos, anteras oblongas, 4-esporangiadas, predominantemente latrorsas, às vezes esporângios superiores latrorsos e inferiores extrorsos; estaminódios do verticilo IV sagitados, lanosos; pistilo glabro, ovário subgloboso, estilete ca. 2.2 – 3 mm de comp., estigma peltado, decorrente. Frutos 1,2 – 1,4 x 1,3 – 1,6 cm, globosos, atros ou arroxeados, tépalas bastante persistentes; pedicelo obcônico, 0,5 – 1,0 cm, denso-estriguloso ou glabrescente. (BARBOSA, 2009).

 

 

Salsaparrilha

Salsaparrilha: O Que é, Para Que Serve, Benefícios e Efeitos Colaterais

em Anabolizantes, Suplementos

 

As espécies de smilax, comumente chamadas de salsaparrilha, são videiras nativas da América Central. As raízes da videira salsaparrilha são usadas ​​como aromatizante natural para alimentos e bebidas, e também têm sido usadas ​​medicinalmente há centenas de anos. O sabor picante da raiz de salsaparrilha já foi usado para aromatizar refrigerantes famosos nos Estados Unidos.

O chá de salsaparrilha é usado herbalistas de todo o mundo por causa de suas propriedades anti-inflamatória, antioxidante, como purificador do sangue, para tratar impotência sexual, sífilis, gota, artrite, inflamações das articulações e doenças da pele como hanseníase e psoríase, especialmente quando acompanhada de irritação.

Estudos científicos já realizados mostraram que a salsaparrilha tem compostos isolados responsáveis ​​por suas propriedades medicinais. Acompanhe alguns detalhes dessa erva, quais os seus benefícios, para que serve o seu uso e possíveis efeitos colaterais.

O que é a Salsaparrilha

Há diversas espécies de smilax e elas são genericamente conhecidas como salsaparrilha. São plantas do tipo trepadeiras, que crescem até 50 metros de comprimento. Suas flores são pequenas e seus frutos podem ser pretos, azuis ou vermelhos e servem de comida para aves.

As diferentes espécies de smilax são naturais da América do Sul, Jamaica, Caribe, México, Honduras, e das Índias Ocidentais.

As ramas da salsaparrilha são cobertas com espinhos e cultivadas para formar cercas vivas. A raiz é a parte da planta usada para fins medicinais. Ela é longa e não tem cheiro e nem gosto.

A composição da salsaparrilha

A salsaparrilha contém nutriente como vitaminas A, C e D. Ferro, vitaminas do complexo B e minerais como manganês, sódio, silício, enxofre, cobre, zinco e iodo.

A raiz das espécies de smilax contém saponinas. Substâncias que trabalham desativando componentes tóxicos bacterianos chamados endotoxinas. As endotoxinas estão presentes na corrente sanguínea de pessoas com doenças imunológicas como a psoríase e artrite reumatoide.

Por muitos anos pensou-se que a salsaparrilha contivesse testosterona, mas ainda não foi encontrada qualquer planta estudada até agora que a contenha.

 


Especificações Gerais
Conteúdo Frasco de 100ML
Modo de Usar Tomar 30 gotas 3 vezes ao dia
Validade

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